Beleza acelera, moda sustenta a liderança e o consumidor passa a escolher com mais rigor.
O comércio eletrônico de luxo movimentou R$ 4,12 bilhões no Brasil entre janeiro e agosto, avanço de 2,1% sobre o mesmo período de 2025. O resultado é discreto, mas revela um mercado mais maduro. O tíquete médio subiu para R$ 663,29, enquanto o número de pedidos ficou praticamente estável em 6,22 milhões.
Moda e acessórios ainda respondem pela maior fatia, com 59,8% do faturamento. A novidade está em beleza e perfumaria, que cresceram 17,3% e alcançaram R$ 609,7 milhões. É um retrato interessante do novo luxo brasileiro: menos impulso, mais critério e uma atenção crescente aos pequenos rituais de prazer.
Fonte: Forbes Brasil







