A Louis Vuitton criou uma edição limitada de três baús colecionáveis para a FIFA World Cup 2026. O troféu vai viajar dentro do baú em todas as aparições oficiais — incluindo a cerimônia de encerramento, vista por mais de 1,5 bilhão de pessoas ao redor do mundo.
Não é patrocínio convencional. É uma parceria de presença: o objeto mais desejado do esporte mundial guardado dentro de um objeto da marca. Sem anúncio. Sem campanha. A imagem fala por si.
Uma estratégia que a LV domina
A Louis Vuitton tem feito isso com consistência há anos — dos baús para os troféus da NBA e do Roland Garros à mala que acompanhou a taça do Rugby World Cup. A lógica é sempre a mesma: associar a marca ao momento mais assistido, mais fotografado e mais compartilhado de um evento global. A diferença entre publicidade e presença é que a segunda não parece publicidade.
Para 2026, a edição limitada de três baús foi criada sob medida para o formato e o peso do troféu FIFA. O resultado é um objeto que vai aparecer em cada cerimônia oficial da Copa — e que já existe, por si só, como peça colecionável.







