VIAGEM

Por que as grandes plataformas de hotelaria estão vendendo independência

A Leading Hotels of the World adicionou dez novos membros em agosto e ultrapassou a marca de 450 propriedades independentes em seu portfólio. Entre as novas entradas estão hotéis, apartamentos, resorts e propriedades em…

A Leading Hotels of the World adicionou dez novos membros em agosto e ultrapassou a marca de 450 propriedades independentes em seu portfólio.

Entre as novas entradas estão hotéis, apartamentos, resorts e propriedades em destinos como França, Itália, Portugal, Indonésia, Barbados e Estados Unidos.

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O número importa, mas o modelo é ainda mais interessante.

Hotéis independentes precisam de distribuição, programas de fidelidade, tecnologia, marketing internacional e acesso a clientes globais. Ao mesmo tempo, muitos não querem abrir mão do nome, do design ou da maneira particular de operar.

É nesse espaço que organizações como a Leading Hotels crescem.

Elas oferecem parte da infraestrutura de uma grande rede sem exigir que todos os endereços pareçam versões do mesmo produto.

Para o viajante de alto padrão, essa independência também virou argumento de desejo.

Depois de décadas em que consistência significava encontrar praticamente a mesma experiência em diferentes países, parte do mercado passou a valorizar justamente o contrário: hotéis que deixam claro onde estão.

Escala e personalidade já não precisam ser opostas.

Talvez uma das grandes disputas da hotelaria contemporânea esteja em descobrir como oferecer alcance global sem padronizar aquilo que tornou um endereço interessante em primeiro lugar.

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