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Louis Vuitton leva o Tambour Spin Time para a coleção permanente com cinco modelos

Depois das edições limitadas de 2025, a complicação dos doze cubos giratórios entra na linha fixa da marca em cinco versões, de ouro branco a platina com turbilhão central.

A Louis Vuitton tirou o Tambour Spin Time do regime de edição limitada e o levou para a coleção permanente, com cinco modelos novos, cada um organizado em torno de uma cor. A decisão vem depois do desempenho das séries limitadas lançadas em 2025.

O Spin Time é a razão de a linha existir, e vale entender o mecanismo. Em vez de ponteiro das horas, o mostrador traz doze cubos giratórios. Cumpridos os sessenta minutos, o cubo da hora corrente gira noventa graus e desaparece, enquanto o cubo seguinte gira para revelar a hora nova. Cada cubo tem quatro faces, duas com o numeral e duas neutras, e um ponteiro central segue marcando os minutos do jeito convencional. É uma hora saltante lida como painel de aeroporto, o que explica a insistência da marca em ligar o relógio à ideia de viagem.

“Existem pouquíssimos designs de relógios que pertencem de forma inequívoca a uma única casa. O Spin Time é um deles. Só poderia ter vindo da Louis Vuitton”, diz Jean Arnault, diretor de relógios da marca. “A conexão com a viagem, a ousadia da exibição, a profundidade da expertise interna necessária para concretizá-lo.”

Os cinco modelos

  • Tambour Spin Time Green — ouro branco 18k, 39,5 mm, calibre ST13.01, 100 m de resistência à água
  • Tambour Spin Time Australia’s Opal — ouro rosa 18k cravejado de safiras baguete azuis, 39,5 mm, calibre ST13.01, 100 m
  • Tambour Spin Time Air Blue — ouro branco 18k, 42,5 mm, calibre ST13.01, 50 m, com os cubos suspensos
  • Tambour Spin Time Air Antipode Blue — ouro branco 18k, 42,5 mm, calibre ST12.01, 50 m, com função de hora mundial
  • Tambour Spin Time Air Flying Tourbillon Salmon — platina 950, 42,5 mm, calibre ST05.01, 50 m, com turbilhão central

É a Australia’s Opal que aparece na imagem de campanha, com o centro do mostrador em opala e as safiras baguete nas alças. Os preços internacionais divulgados pela imprensa especializada de relojoaria vão de cerca de US$ 85,5 mil, no Green, a US$ 199 mil, no modelo em platina com turbilhão, com a Australia’s Opal em torno de US$ 189 mil. A Louis Vuitton não informou valores para o Brasil.

O ST13.01 é um calibre automático de manufatura própria e responde pelos cubos em três dos cinco modelos. O de platina roda o ST05.01, identificado como LFT, sigla da La Fabrique du Temps, a manufatura da Louis Vuitton em Genebra.

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