A Louis Vuitton amplia a família Tambour Spin Time com cinco novas referências permanentes. No lugar de um ponteiro convencional, 12 cubos giratórios indicam as horas. A peça correspondente ao horário vira instantaneamente e revela uma face contrastante.
Criado pelos mestres relojoeiros Michel Navas e Enrico Barbasini, o mecanismo foi inspirado nos antigos painéis de partidas encontrados em aeroportos e estações. A memória da viagem, tão presente na história da maison, ganha uma tradução mecânica e tridimensional.
A coleção inclui caixas de 39,5 e 42,5 milímetros em ouro branco, ouro rosa e platina. Entre os destaques estão mostradores de opala australiana, versões em verde e salmão, uma interpretação capaz de representar 24 fusos horários e um modelo com turbilhão voador central.
O Spin Time oferece à Louis Vuitton uma indicação visual reconhecível sem depender do formato tradicional. Cada mudança de hora produz um pequeno acontecimento no mostrador. A complicação deixa de ser percebida somente por especialistas e comunica sua inteligência de maneira imediata.
Materiais como opala, olho-de-falcão e diamantes aproximam relojoaria e joalheria. Os movimentos são desenvolvidos pela La Fabrique du Temps Louis Vuitton, em Genebra, centro responsável pelas criações mais complexas da casa.
Entrar na alta relojoaria exige mais do que materiais preciosos. É necessário apresentar soluções mecânicas, domínio de acabamento e uma identidade capaz de ser reconhecida por colecionadores.
O Spin Time cumpre essa função porque oferece um gesto próprio. A troca dos cubos cria uma experiência que pertence à Louis Vuitton e pode evoluir sem perder o vínculo com sua origem.
A inclusão das novas referências na coleção permanente também é relevante. Em vez de tratar o mecanismo como curiosidade passageira, a maison assume que ele deve ocupar um lugar estável em seu portfólio e continuar ligado à ideia de deslocamento que acompanha a Louis Vuitton desde seus primeiros baús.







