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A Gap quer descobrir se também pode ser uma marca de bolsas

Primeira coleção dedicada à categoria transforma jeans, moletom e outros códigos históricos da Gap em acessórios. Durante décadas, a Gap construiu sua identidade em torno de algumas peças aparentemente simples: jeans, camisetas, khakis e…

Primeira coleção dedicada à categoria transforma jeans, moletom e outros códigos históricos da Gap em acessórios.

Durante décadas, a Gap construiu sua identidade em torno de algumas peças aparentemente simples: jeans, camisetas, khakis e moletons.

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Agora quer transformar esses códigos também em bolsas.

A marca apresentou a GapBag, sua primeira coleção dedicada à categoria, criada sob a direção de Reed Krakoff, atual executive director de acessórios da Gap Inc.

A linha chega em 8 de setembro com cinco famílias: Five-Pocket Tote, Hoodie Tote, Favorite Tote, Crescent Bag e Shoulder Bag.

Os preços variam de US$ 29,95 a US$ 148.

A parte interessante está menos na entrada da Gap no mercado de bolsas e mais na maneira escolhida para fazer isso.

Em vez de tentar inventar imediatamente uma linguagem nova, a marca voltou ao próprio arquivo.

A Five-Pocket Tote leva referências de construção do jeans. A Hoodie Tote transporta elementos do clássico moletom com logo arqueado para outro objeto.

É uma estratégia bastante coerente com o momento da Gap.

Nos últimos anos, a empresa vem revisitando seus códigos americanos e tentando devolver desejo a peças que nunca deixaram exatamente de existir.

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Acessórios podem ampliar esse movimento.

Bolsas têm capacidade de gerar recorrência, colecionabilidade e identificação visual sem exigir que o consumidor compre um look inteiro.

Para uma marca que está reaprendendo a transformar básicos em objetos culturais, pode ser um território especialmente interessante.

Crédito: Gap / divulgação. Fonte: Gap Inc.

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