A maison criou peças sob medida para os troféus feminino e masculino da 70ª edição da premiação de futebol.
A Louis Vuitton voltou a acompanhar a Bola de Ouro com dois baús feitos sob medida para os troféus dos melhores jogadores do futebol feminino e masculino. A 70ª cerimônia aconteceu em 26 de outubro, no London Palladium, primeira edição da premiação realizada em Londres. Harry Kane e Alexia Putellas receberam os principais prêmios da noite. A parceria dá continuidade a uma relação iniciada em 2023 entre a maison e o prêmio organizado por France Football e UEFA.
Cada baú foi pensado para guardar e apresentar o troféu durante a cerimônia. A lona Monogram aparece ao lado de ferragens de metal e de uma letra V em dourado, referência à vitória e ao nome Vuitton. O interior recebe acabamento ajustado à peça que transporta. A construção ocorre nos ateliês históricos de Asnières, perto de Paris, endereço ligado à tradição da maison em bagagens feitas para viagens e objetos especiais.
O trabalho parte de uma necessidade prática: proteger um prêmio durante os deslocamentos e permitir que ele seja revelado no momento certo. Ao mesmo tempo, o baú se tornou parte da imagem da cerimônia. Fotografado antes da abertura, ele cria uma expectativa visual para o troféu e insere o artesanato da marca em um dos eventos de maior alcance do esporte.
Uma tradição que já passou por outros esportes
A presença da Louis Vuitton em competições vai além da Bola de Ouro. A maison produziu caixas para troféus de tênis, automobilismo e futebol, entre outras modalidades. Em cada caso, adapta formato e acabamento ao objeto transportado. A escolha reforça uma associação entre viagem, conquista e trabalho manual que a marca vem cultivando há anos, agora diante de um público que talvez conheça o Monogram antes mesmo de conhecer suas malas históricas.
Na edição de 2026, a mudança da cerimônia para Londres acrescentou um novo cenário a essa tradição. Os baús permaneceram com os mesmos códigos reconhecíveis da maison, enquanto a premiação inaugurava sua etapa britânica. O contraste entre a continuidade do objeto e a novidade do endereço deu às peças um papel claro: levar ao palco um símbolo de conquista cuja apresentação também faz parte do ritual.







