Ocupação hoteleira já supera 77% na primeira semana do festival e mostra como grandes eventos movimentam uma economia muito além dos palcos.
Antes de o primeiro artista subir ao palco, o Rock in Rio já começou a movimentar o Rio de Janeiro.
Nos hotéis.
A primeira semana do festival registra ocupação média de 77,62% na rede hoteleira carioca, segundo levantamento divulgado pelo HotéisRIO.
Em Ipanema e Leblon, a taxa chega a 85,26%.
Leme e Copacabana aparecem logo atrás, com 82,45%.
E a expectativa é que reservas realizadas mais perto das datas dos shows ainda aumentem esses números.
O festival que acontece fora do festival
Grandes eventos culturais costumam ser medidos por público, ingressos e atrações.
Seu impacto real é muito maior.
Quem viaja para assistir a um show precisa dormir, comer, se deslocar, comprar e ocupar a cidade.
Hotéis são uma das primeiras atividades a sentir esse movimento, mas restaurantes, bares, companhias aéreas, transporte, varejo e turismo também entram na cadeia.
É por isso que a disputa global por grandes eventos se tornou também uma estratégia econômica para cidades.
O palco dura alguns dias.
A receita circula muito além dele.
No Rio, o Rock in Rio é um dos exemplos mais claros dessa capacidade.
Talvez o festival comece oficialmente quando as luzes se acendem na Cidade do Rock.
Para a economia da cidade, ele começa muito antes.
Na primeira reserva de hotel.
Crédito: Rock in Rio / divulgação.







